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Objetivos

 

Uma importante transição na evolução da consciência é o surgimento da habilidade de questionar.

 

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Pretendendo testar um possível mecanismo para como o questionamento surgiu e como funciona:

Primeiro separamos o Questionamento em duas formas:

-- Questionamento de 1 fase

-- Questionamento de 2+ fases.

 

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  • Questionamento de 1 fase:

Em um sistema simplificado ao extremo funcionaria assim:

 

Para toda informação recebida, o sistema procura uma ou mais correlações.

Na ausência de uma correlação, o sistema se vira ao meio externo e correlaciona aquela nova informação à próxima nova informação que receber (dentro de uma janela de curto período). Em primeiro momento essa nova correlação criada parece inútil, mas prossigamos.

 

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Exemplificando em caso concreto:

Criamos um programa que saiba contar o número de objetos apresentados, mas que inicialmente só sabe contar até três. Esse programa relacionaria os números com as palavras um, dois e três, em um “vocabulário” interno.

Apresentando ao programas imagens com mais de três objetos inicialmente só resulta em erro.

Adicionamos ao programa o Questionamento de 1 fase. Paralelamente também criamos um gerador de palavras aleatórias, que emita periodicamente novas palavras que seriam lidas pelo programa.

Neste momento ao invés de erro, o programa é direcionado a tentar relacionar o  número maior que três a palavra mais recentemente lida ou à próxima palavra que ler, dependendo de qual se encaixa dentro da janela de curto período mencionada acima.

Deste modo o programa agora tem um vocabulário para todos os números apresentados.
 

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Ainda é um cenário muito simples, mas podemos explicar como esse exato mecanismo pode ser expandido para cenários complexos com a adição de dois elementos: Priorização de Correlações e Nível de Satisfação da Correlação. Com a priorização de correlações, por exemplo, o programa pode aprender a reformar seu vocabulário com os nomes mais comumente dados aos números depois de ser apresentado outros exemplos da vida real de como chamá-los. No final o programa poderia ter o mesmo vocabulário de números que a gente. São com esses dois elementos que o questionamento de 1 fase deixa de ser um mecanismo que simplesmente correlaciona sem critério.

Esses mecanismos de PdC e NSC, se presentes na mente humana, poderiam explicar como priorizamos nossas crenças e ideias (prioridades maiores seriam dadas às correlações compartilhadas em tribos, famílias, etc, meios com relações pessoais que valorizamos; ou prioridades de correlações também se firmariam com seu contínuo uso, explicando nossa dificuldade de largar velhos ideais, e por aí vai. Todas só sendo abandonadas pela redução do nível de satisfação da correlação, que se daria por tantos outros meios.)

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