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Visão geral

 

Na vida biológica fomos de um tipo de inteligência simples, objetiva, quase -- ou literalmente -- automática nas primeiras vidas para a inteligência diversa e complexa presente em nós. De fato, a seleção natural levou a vida de nenhuma inteligência a alguma inteligência. O importante lembrar é que o que mudou não foi uma nova matéria prima no Universo; os mesmos elementos primários que estavam presentes há 200 mil anos na época dos primeiros humanos como estavam há bilhões. Inteligência emerge não de novas leis da física, mas de uma nova configuração dos padrões existentes. Assim deve acontecer com a inteligência artificial.

 Apesar do tipo de inteligência artificial que vem evoluindo nas últimas décadas estar atingindo patamares cada vez mais altos de processamento de dados e trazer incríveis resultados, ela se limita a isso. Elementos fundamentais da consciência humana como o auto-conhecimento, criatividade e crítica não estão no horizonte da presente linha evolutiva de I.A.

 Se o avanço em Inteligência Artificial não se bifurcar em fundamentalmente outra categoria como aconteceu na evolução natural, continuaremos apenas criando programas que ultrapassam cada vez mais o processamento de dados que humanos são capazes enquanto continuam a ignorar e não tocar toda uma área na qual a inteligência humana entrou. Ao fazer isso o estudo de inteligência artificial retorna cada vez menos o aprofundamento e entendimento da consciência humana e seu surgimento no lugar de avançados processamentos de dados inumanos. A presente linha deverá ser usada por motivos de eficiência e a nova para profunda exploração e descobrimentos cognitivos.

 Esse projeto objetiva realizar esta bifurcação.

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